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Brasil no Prumo inicia campanha para ajudar a família maçônica durante a pandemia


Publicado em 27/03/2020



Com o objetivo de colaborar neste momento de crise e de impactos gerados pelo novo Coronavírus, a comissão do programa Brasil no Prumo, a Ética na Prática – Maçonaria Presente está dando início a uma série de ações voltadas à família maçônica.

Entre as medidas adotadas está a divulgação de materiais sobre higiene, saúde e cuidados básicos importantes neste momento de pandemia. O Irmão e médico Marcelo Rezende da Silva ficará responsável pela curadoria do conteúdo, que será compartilhado nos canais eletrônicos da Grande Loja.

Segundo o Irmão Osvaldo Celino de Avellar Gomes, presidente da Grande Comissão do Brasil no Prumo, a ideia é trabalhar para que os Maçons e seus familiares tenham uma qualidade de vida adequada e equilíbrio financeiro neste momento atípico. “O cenário é de um caminho árduo e difícil, mas podemos atuar para que seja mais profícuo, com Irmãos ajudando uns aos outros”, destacou. 

O presidente acrescentou que outro foco será a disponibilização de materiais com sugestões de como empreender e gerar renda, trabalhando em casa; além de vídeos com informações sobre as facilidades adotadas por Governos, instituições financeiras e mercado em relação a pagamento de impostos/taxas, finanças, empréstimos e adiamento de pagamentos, entre outros.

“A equipe do Brasil no Prumo vem se reunindo de forma virtual e debatendo o que pode ser feito para contribuir com a família maçônica durante o período de pandemia – tudo com o apoio do Sereníssimo Grão-Mestre Walter Alves Noronha. Vamos utilizar canais eletrônicos, entre os quais site e aplicativo da Grande Loja, e WhatsApp; para compartilhar assuntos relevantes, de forma a minimizar os impactos neste momento difícil pelo qual o mundo passa”, destacou.

Outra medida, conforme Celino, será estimular o Maçom comprar de Maçom e também das cunhadas, além de incentivar a família maçônica a “comprar primeiro no seu bairro, depois na sua cidade, na cidade mais próxima, no seu estado, no Brasil e, por último importar.”

 

Coronavírus: alertas para evitar contaminação

Desde que o novo Coronavírus começou a se espalhar pelo mundo, não se fala em outra coisa. Com toda a razão: doença já matou cerca de 20 mil no mundo, dos quais 6.800 somente na Itália. No Brasil, a Codiv-19 tem se alastrado, com mais de 2.500 casos confirmados, sendo 2.400 em período de apenas 10 dias, e 59 mortes até a última quarta-feira (25 de março). Esse cenário de pandemia tem levado autoridades de saúde a tomar medidas rígidas para evitar o contágio, que pode acontecer com um simples aperto de mãos.

Seguindo orientações do membro da Grande Comissão Brasil no Prumo, o médico Marcelo Rezende, e da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Informaçom preparou uma espécie de guia para que nossos Irmãos, cunhadas, sobrinhos, amigos e sociedade em geral possam se prevenir e seguir a vida com saúde.

“É muito importante que as pessoas mantenham o isolamento social, principalmente o grupo de risco, formado por idosos acima de 60 anos, diabéticos, hipertensos e quem têm insuficiência cardíaca, renal ou doença respiratória crônica. Os cuidados na higiene pessoal também contam em muito para evitar que o vírus alcance uma proporção que inviabilize o sistema de saúde de dar conta de atender a todos com sintomas da doença”, disse Rezende.

 

DICAS IMPORTANTES

 

Transmissão

Ocorre somente de pessoa para pessoa, de forma direta, pela proximidade com um indivíduo contaminado, ou indireta, tendo contato com uma superfície contaminada e não higienizando as mãos de forma correta.

 

Contágio

O vírus é transportado por gotículas expelidas pela fala, tosse ou espirro de pessoas doentes. A infecção se dá quando essas gotículas entram em contato com a mucosa dos olhos, nariz e boca, através de contato com alguma parte do corpo contaminada, principalmente o rosto ou mãos, e objetos, como maçanetas, botões de elevador, corrimão, e apoios em transporte público.

 

Grupo de risco

Idosos com mais de 60 anos, diabéticos, hipertensos e quem tem insuficiência cardíaca, renal ou doença respiratória crônica podem ficar mais expostos e ter complicações decorrentes da Covid-19.

Sintomas

Febre, tosse e dificuldade de respirar. Alguns pacientes podem ter dores pelo corpo, congestão nasal, coriza, dor de garganta ou diarreia. Esses sintomas, geralmente, são leves e evoluem gradualmente. Há também pessoas que podem não apresentar sinal da doença e transmitir o vírus para alguém mais vulnerável, que pode apresentar complicações, levando até a morte.

 

Cuidados

- Evitar aglomerações

- Isolamento social para as pessoas que se enquadram no grupo de risco

- Procurar não sair de casa para reduzir a chance de contágio

- Manter a distância de, pelo menos, um metro das pessoas

- Lavar as mãos com frequência, usando água corrente e sabão

- Se não puder lavar com água e sabão, usar álcool em gel 70% nas mãos

- Esfregar bem as mãos, inclusive entre os vãos dos dedos e punhos

- Ao tossir, espirrar ou coçar o nariz, usar lenços descartáveis

- Evitar a utilização de anéis e relógios, que podem acumular sujeiras

- Isolamento domiciliar para casos suspeitos ou confirmados

- Se houver uma pessoa contaminada na casa, é preciso que ela fique isolada em um cômodo e não tenha contato com os demais. Ela deve usar máscara, limpar todas as superfícies que tocar, isolar suas roupas, toalhas, e demais objetos pessoais

- O cômodo com o paciente isolado deve ficar todo o tempo com a porta fechada. Mas é necessário manter a janela aberta para que haja uma fonte de ventilação e entrada de luz solar

 

Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS) e Grande Comissão Brasil no Prumo