ORDENS PARAMAÇÔNICAS

Ordem DeMolay

A Ordem DeMolay é uma sociedade discreta de princípios filosóficos, fraternais, iniciáticos e filantrópicos, patrocinada pela Maçonaria, para jovens do sexo masculino com idade compreendida entre os 12 e os 21 anos. Fundada nos Estados Unidos dia 24 de março de 1919, em Kansas City, Missouri, pelo maçom Frank Sherman Land, é patrocinada e mantida pela Maçonaria, oficialmente desde 1921, que na maioria dos casos cede espaço para as reuniões dos Capítulos DeMolays e Priorados da Ordem da Cavalaria - denominações das células da organização.

A Ordem é inspirada na vida e morte do nobre francês Jacques de Molay, 23º e último Grão-Mestre da Ordem dos Templários, morto em 18 de março de 1314 junto a outros membros da Ordem por contestar as falsas acusações de pratica de diversos crimes, entre eles heresias e infidelidade à Igreja, arquitetadas pelo Rei Filipe IV de França, podendo-se acreditar que o motivo de tais acusações fosse a ambição de Filipe pelas posses da Ordem dos Templários, pois em caso de prisão, os bens do acusado passariam a pertencer ao Estado francês.

A Ordem Demolay possui cerca de 4 milhões de membros em todo o mundo e mais de 200 mil no Brasil. O DeMolay que completa 21 anos de idade, é denominado Sênior DeMolay e passa a acompanhar os trabalhos do Capítulo através da "Associação DeMolay Alumni". No Brasil, distribuídos em mais de oitocentos Capítulos, os milhares de DeMolays regulares de todos os Estados da federação se reúnem freqüentemente.

No mundo, a Ordem DeMolay pode ser encontrada em: Argentina, Aruba (Países Baixos), Alemanha, Austrália, Bolívia, Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, Filipinas, França, Guam (Estados Unidos), Itália, Japão, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

Ordem DeMolay

A ordem foi fundada em 1920 a fim de oferecer uma oportunidade para mulheres jovens de trabalhar juntas, aprender sobre si mesmas e ajudar os outros. A organização é aberta a meninas com idades entre 10 e 20 que possuam parentesco maçônico. Não segue nenhuma religião específica, mas exige que os membros tenham uma crença em Deus.

Nossa fundadora, a senhora Ethel T. Wead Mick, carinhosamente chamada pelas filhas de Jô de mãe Mick, era esposa de maçom e membro da Ordem Internacional da Estrela do Oriente. Ela percebeu a importância dos ensinamentos recebidos de sua mãe desde a sua infância, especialmente as belas lições encontradas no Livro de Jó. Decidiu então dedicar parte do seu tempo e talento para tornar possível para todas as moças compartilharem este privilégio que ela tinha. Após anos de estudo e considerações minuciosas, com grande ajuda de seu marido, o maçom Dr. William H. Mick e outros colaboradores, surgiu a Ordem Internacional das Filhas de Jó, que anos seguintes teria seu nome modificado para Filhas de Jó Internacional.

Por mais de 90 anos, Filhas de Jó vem promovendo ativamente amizade e serviço. E leva esse nome por se basear no Livro de Jó, em particular, uma referência feita no capítulo 42 que diz: "E em toda a terra não se acharam mulheres tão formosas como as Filhas de Jó”. Está presente em vários países: Brasil, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Filipinas.

Para se tornar uma filha de Jó, é preciso passar por uma iniciação. Iniciações são sessões solenes, cerimônias significativas apresentadas pelos membros do Bethel. Os pais são bem-vindos em iniciações e em todas as reuniões.

Todo o funcionamento de um Bethel é regulado por uma Constituição, um Regulamento e um Estatuto, e na parte ritualística por um Ritual, adornos, paramentos e símbolos. Todos os detalhes relativos às seções ritualísticas e reuniões do Bethel, bem como o comportamento dos seus membros, estão estabelecidos e detalhadamente contidos na sua Constituição, que é a lei maior e geral de todos os Betheis.

As reuniões são realizadas de acordo com um Ritual, devendo tal palavra ser entendida como o conjunto de procedimentos para realização de um evento. Nada em nosso Ritual vai de encontro às leis brasileiras e nem a qualquer religião. As reuniões seguem uma longa tradição da ordem. Os membros usam vestes tradicionais gregas, símbolos da democracia e da igualdade. As reuniões são realizadas duas vezes por mês. Os programas são planejados e realizados pelos membros com a ajuda de voluntários adultos, que integram o Conselho Guardião do Bethel.


O que é preciso para ser uma Filha de Jó?

1º: Ter entre 10 anos completos e 20 anos incompletos. Se tiver 20 anos completos ou mais, poderá participar do Conselho Guardião do Bethel, que é o grupo de adultos que dá suporte para as Filhas de Jó em cada Bethel, desde que preencha o 2º requisito, que se segue:

2º - Possuir parentesco com Maçom, Filha de Jó ou Membro de Maioridade das Filhas de Jó, parentesco este advindo de sangue (ser filha, irmã, neta), lei ou casamento. Não existe a possibilidade de "apadrinhamento" ou "indicação" de Maçom, Filha de Jó ou Membro de Maioridade que supra esse parentesco. Se não tiver o parentesco, ainda que distante, não poderá ser iniciada.


Membros de um Bethel:

O Bethel possui o Conselho Guardião, formado por maçons, suas esposas, mães e pais de Filhas de Jó, irmãs (maiores de 20 anos) de Filhas de Jó e Membros de Maioridade (são Filhas de Jó que possuem mais de 20 anos) da Ordem que ajudam as Filhas de Jó na realização de seus trabalhos e por esse Conselho passam todas as decisões que as moças venham tomar. Tem o dever de apoiar os membros e participar de todos os eventos e trabalhos ligados à área administrativa, constitucional e ritualística do Bethel, sem interferir nos mesmos.

Cargos:

- Os Cargos escolhidos por votação são:
Honorável Rainha, Primeira Princesa, Segunda Princesa, Guia e Dirigente de Cerimônias.
- E os cargos nomeados pela Honorável são:
Capelã, Secretária, Tesoureira, Musicista, Bibliotecária, Primeira Mensageira, Segunda Mensageira, Terceira Mensageira, Quarta Mensageira, Quinta Mensageira, Primeira Zeladora, Segunda Zeladora, Guarda Interna, Guarda Externa e Coral.
- Membros do Conselho Guardião:

Guardiã do Bethel, Guardião Associado do Bethel, Guardiã Secretária, Guardiã Tesoureira, Guardiã Musicista, Guardiã Diretora de Épocas.

Atividades Desenvolvidas:

As Filhas de Jó desenvolvem várias atividades ao longo de cada gestão administrativa (que duram seis meses cada). As principais são: filantropia, eventos para arrecadação de fundos, cerimônias públicas para divulgação da Ordem e comemoração de datas especiais e eventos de integração (como retiros e confraternizações). As próprias Filhas de Jó ficam responsáveis por toda a elaboração, organização e execução das atividades, sendo sempre assistidas pelo Conselho Guardião do Bethel.

Ordem DeMolay

A Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas é uma instituição paramaçônica dedicada a adolescentes do sexo feminino.

Foi fundada em 6 de abril de 1922 pelo Reverendo e Grau 33 Willian Mark Sexson, na cidade de McAlester, em Oklahoma, Estado Unidos, onde estão sua sede e Supremo Templo.

Dedica-se ao aperfeiçoamento do caráter das jovens, tendo como objetivo o aprimoramento social e cultural, para a formação de líderes e à preservação da dignidade feminina.

A Suprema Assembleia é o seu órgão máximo e compõe-se de membros que estiverem servindo como Supremos Inspetores e Supremos Deputados.

A Suprema Assembleia tem políticas e procedimentos administrativos de responsabilidade e proteção da juventude feminina.

O órgão de direção da Suprema Assembleia tem a denominação de “Casa do Ouro”, composto por: a) não menos do que 50 (cinquenta) membros ativos; e b) por membros eméritos.

A “Casa do Ouro” tem para si reservado o exclusivo direito de modificar ou alterar as instruções tradicionais, rituais e normas estabelecidas pela Ordem.

Ainda como órgão interno, existe o Supremo Conselho Executivo que tem o controle geral de supervisão de todas as atividades da Suprema Assembleia.

Além dos citados órgãos, a administração da Ordem se subdivide em departamentos e diretorias, que atendem às jurisdições e representantes, dentro e fora dos Estados Unidos.

Também fazem parte da Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas as Assembleias instituídas nas jurisdições de cada país.

Elas se constituem: a) Grandes Assembleias; e b) Assembleias.

Uma Grande Assembleia é integrada por todas as Assembleias da Jurisdição, enquanto uma Assembleia pode ser instituída em cada Estado ou cidade subordinada a uma Jurisdição, sob a responsabilidade de Supremo Inspetor ou Supremo Deputado.

Nos Estados Unidos da América, a Ordem Internacional do Arco-íris para Meninas se faz presente em vários Estados, tais como Alaska, Alabama, Colorado, Michigan, Mississipi, Missouri, New Jersey, Nevada, Oklahoma (berço), Oregon e outros.

Além dos Estados Americanos, as Assembleias da Ordem também se fazem presentes em outros países, como Alemanha, Aruba, Austrália, Brasil, Bolívia, Canadá, Filipinas, Itália, Japão, Porto Rico, Paraguai e Romênia.

No Brasil a Ordem está presente há mais de 20 anos, sendo que a primeira Assembleia foi constituída no Estado do Paraná. Esta Jurisdição também tem Assembleias ativas nos Estados do Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins.

A maior Jurisdição, em número de Assembleias, é a do Estado de São Paulo, sendo dela integrante uma Assembleia no Distrito Federal.

Na jurisdição do Estado do Espírito Santo, com abrangência sob os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, foram instituídas e estão em pleno funcionamento sete (7) Assembleias, na seguinte ordem:

· Assembleia Primeira Luz n° 1, na cidade de Cariacica;
· Assembleia Plenitude das Cores, n° 2, na cidade de Vitória;
· Assembleia Aurora Boreal, n° 3, na cidade de Vila Velha;
· Assembleia Flores das Acácias, n° 4, na cidade de Linhares;
· Assembleia Sol Poente, n° 5, na cidade de Venda Nova do Imigrante.
· Assembleia Mensageiras do Oriente, na cidade de Caratinga, MG.
· Assembleia Flores de York, nº 01, na cidade do Rio de Janeiro, RJ.

PATROCÍNIO, INSTITUIÇÃO E CONSTITUIÇÃO

Qualquer Loja Maçônica regularmente constituída, Capítulo da Ordem da Estrela do Oriente, Corte da Ordem do Amaranth ou Ordem do Santuário Branco de Jerusalém, que deseje organizar uma Assembleia da Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas na cidade em que está situada, poderá patrocinar uma Assembleia, tanto individualmente ou em conjunto.

Uma Assembleia para ser instituída deve atender o seguinte:

1) – uma Loja Maçônica deve declarar patrocinadora e fazer o pedido ao Supremo Deputado da Jurisdição, com:
a) – uma relação qualificada dos nomes de, no mínimo, sete (7) e, no máximo, quinze (15) membros que comporão o Conselho Consultivo da Assembleia, sendo pelo menos dois (2) mestres maçons, dois (2) membros da Estrela do Oriente, Ordem do Amaranth, Ordem do Santuário Branco de Jerusalém, caso residam na cidade ou nela funcione algum Capítulo, pais, avós e tutores legais ou membros ativos de Maioridade da Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas.
b) – uma lista qualificada de no mínimo quatorze (14) meninas de onze (11) a vinte (20) anos de idade;
c) – os nomes de um mestre maçom e de uma mulher (não necessariamente esposa de maçom) que, respectivamente, deverão assumir como Presidente do Conselho Consultivo e Mãe Preceptora;
d) – o nome escolhido para a Assembleia a ser instituída;
e) – o local, dois sábados alternados e o horário das reuniões; e,
f) – o pagamento de uma taxa de U$50,00 (cinquenta dólares) para recebimento da carta temporária;

Outros materiais serão exigidos, como jogo de joias das oficiais, bíblias, mini aventais, um jogo de fitas das cores, um báculo com fitas, tiara de pedras das sete cores (coroa), um pote de ouro, cobertura para o pote de ouro, um suporte para fitas, livro de ouro de acordo com o número de meninas, livros de presença e registro, mais outros itens cuja lista será disponibilizada pelo Supremo Deputado.

De acordo com a legislação própria para se instituir uma Assembleia exige-se uma lista de doze (12) meninas. Contudo, a recomendação é de quatorze (14) meninas, isso para evitar prejuízo ao funcionamento da Assembleia.

Na realidade, são vinte e um (21) cargos em uma Assembleia, sendo que alguns serão preenchidos depois da Instituição e de futuras iniciações.

Também se torna aconselhável que o número mínimo de Conselheiros seja de 10 (dez) membros, para evitar-se falta de quorum.

A Loja ou Lojas Patrocinadoras devem eleger um maior número de mestres maçons para a composição do Conselho Consultivo em detrimento do número de membros não maçons.

SIMBOLISMO

A Ordem utiliza-se do simbolismo das cores e prega:

- Amor ao lar, à família e ao próximo (vermelha);
- Crença na existência de um Ser Superior - DEUS – (laranja);
- Respeito para com a Natureza (amarela);
- Imortalidade (verde);
- Fidelidade e dignidade de caráter (azul);
- Patriotismo e amor pelo país (anil);
- Serviço em prol da humanidade e da comunidade (violeta).

ATIVIDADES DAS ARCO-ÍRIS

As Rainbow Girls são meninas ativas na comunidade, igrejas e escolas. O dinheiro por elas arrecadado em promoções – almoços, jantares e etc. – é sempre destinado à prática da filantropia.

Nada impede que os troncos de solidariedade de Loja Maçônica, patrocinadora ou não, sejam destinados à Assembleia para a realização da filantropia ou mesmo para a sua manutenção.

REUNIÕES E CERIMÔNIAS

As reuniões ritualísticas são fechadas, mas em ocasiões especiais realizam-se cerimônias abertas, servindo como exemplo as cerimônias de posse, de maioridade, dia dos pais, dia das mães, fúnebres e outras.

QUEM PODE PARTICIPAR DAS REUNIÕES RITUALÍSTICAS

Podem participar das reuniões ritualísticas os mestres maçons, membros da Ordem Estrela do Oriente, da Ordem Amaranth, da Ordem do Santuário Branco de Jerusalém, esposas de mestres maçons (quando permitido pelo Supremo Deputado), mães, pais, avós, responsáveis legais ou Meninas Arco-Íris, incluídas as de Maioridade.

APRENDIZES E COMPANHEIROS MAÇONS

Aprendizes e Companheiros Maçons não participam das reuniões ritualísticas, a não ser que sejam pais ou responsáveis reconhecidos na forma legal.

DEMOLAYS OU MEMBROS DE OUTRAS ORDENS.

Quanto aos DeMolays ou membros de outras ordens integrantes da família maçônica, salvo da Estrela do Oriente, da Ordem Amaranth ou da Ordem do Santuário Branco de Jerusalém, não devem participar das reuniões ritualísticas fechadas.

CONSELHO CONSULTIVO E MÃE PRECEPTORA

As reuniões do Conselho Consultivo não podem ser realizadas com número de membros inferior a cinco (5).

Ao Conselho Consultivo incumbe eleger, dentre seus membros, o Presidente e a Mãe Preceptora.

A Mãe Preceptora deverá se empenhar em ser justa, imparcial, pontual, sincera, honrada e equilibrada. A ela cabe o aconselhamento e condução das meninas, sendo o elo entre elas e os demais membros do Conselho.

Nenhum membro do Conselho deverá dar ordens ou chamar a atenção de Menina Arco-Íris, a não ser por intermédio da Mãe Preceptora.

Ao Presidente do Conselho Consultivo, obrigatoriamente Mestre Maçom, caberá presidir as reuniões do Conselho, abrir o Templo e prepará-lo para o ingresso dos membros da Assembleia, identificar visitantes para as reuniões fechadas, bem como levar as informações e reivindicações à Loja ou Ordem Patrocinadora.

A IMPORTÂNCIA DA ORDEM E O TRABALHO EM CONJUNTO COM A MAÇONARIA.

Deve ficar assente que a Ordem constitui-se em um caminho ideal para que a maçonaria atinja um dos seus princípios basilares, ou seja, o “de tornar feliz a humanidade através da prática do bem, sem distinção de crença e raça”, que nos dias atuais torna-se indispensável e urgente.

Essa urgência consubstancia-se na necessidade do combate aos delitos e às drogas que grassam no meio da juventude, causando-lhe prejuízos inestimáveis, não só na sua formação cultural e moral, como também à saúde.

E nesse ponto, a Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas procura através do aperfeiçoamento espiritual e moral, trocar a ociosidade das jovens por uma vida útil e ativa, evitando, assim, que sejam dominadas ou destruídas por este terrível mal, que não mais bate à nossa porta, mas já entrou nos lares brasileiros.

Para que tudo isso se torne realidade, a Maçonaria não pode ficar em total letargia, somente lembrando-se do que fez no passado, é sua obrigação atuar no presente e pensar no futuro. O amanhã será o que pensa a juventude atual.

Portanto, a Maçonaria e a família maçônica, da qual faz parte a Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas, podem e devem contribuir para o bem dos jovens brasileiros.

Enfim: “UMA GAROTA ARCO-ÍRIS É COMO UM DIAMANTE, REFLETE A BELEZA DA VIDA”.

NEY BATISTA COUTINHO

Supremo Deputado da IORG, Jurisdição do ES.

Ordem DeMolay

A Ordem da Estrela do Oriente é uma Organização Paramaçônica e fraternal, onde fazem parte homens Maçons e mulheres acima dos 18 anos com parentesco maçônico. Não é uma seita, não é uma religião e nem uma Sociedade Feminista.

Tem como propósito ressaltar valores morais, espirituais, edificar caráter, educar, fazer caridade e servir ao próximo, através de seus trabalhos ritualísticos e filantrópicos.

Existe entre seus membros um elo fraternal, fazendo-os cada vez mais unidos. Criando oportunidades de servir ao próximo sempre que for possível.

Um dos grandes objetivos da Ordem é dar suporte à Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas e a Ordem Internacional das Filhas de Jó, incentivando-as a Liderança, dentro de Valores Morais.

A Ordem foi fundada em 1850 por Robert Morris que nasceu em Massachusetts nos Estados Unidos, em 31 de agosto de 1818. Era Advogado e Professor universitário, Mestre-Maçom e Grão-Mestre do Estado de Kentucky.

A Estrela do Oriente expandiu-se e hoje está presente em vários países, como: nos Estados Unidos, na França, na Inglaterra, na Itália, na Espanha, na Alemanha, no México, no Panamá, nas Filipinas, no Japão, no Alaska, em Porto Rico, no Havaí, na Austrália, no Canadá, no Brasil, no Peru, e na Bolívia com aproximadamente 1.200.000 membros.

Ordem DeMolay

Shriners


Em 1870 um grupo de maçons se reunia com frequência para almoçar no Knickerbocker Cottage, na Sexta Avenida, em Nova York. Em uma mesa especial no segundo andar, um grupo de homens especialmente jovial se reunia regularmente. Entre os regulares estavam Walter M. Fleming, M.D. e William J. “Billy” Florence, um ator. O grupo conversava com frequência sobre iniciar uma nova fraternidade de maçons – mais centrada na diversão e na camaradagem, do que no ritual. Fleming e Florence levaram essa ideia a sério o suficiente para fazer algo sobre ela.

Enquanto estava em turnê na França, Billy Florence foi convidado para uma festa oferecida por um diplomata árabe. O estilo exótico, sabores e música da festa de temática árabe inspirou-o a sugerir esse como tema para a nova fraternidade. Walter Fleming, um devotado irmão da fraternidade, baseou-se nas ideias de Fleming e usou seu conhecimento do ritual fraternal para transformar o tema árabe na Antiga Ordem Árabe dos Nobres do Místico Shrine (A.A.O.N.M.S.).

Com a ajuda de outros frequentadores do Cottage Knickerbocker, Fleming elaborou o ritual, desenhou o emblema e as vestes, formulou uma saudação e comunicou que os membros usariam um barrete vermelho.

A primeira reunião do Shriners de Meca – o primeiro templo (divisão), estabelecido nos Estados Unidos, foi realizada em 26 de setembro de 1872.

Membros

É uma fraternidade masculina, ao invés de uma religião ou grupo religioso. Sua única exigência religiosa é indireta: todos os Shriners devem ser maçons, e a Maçonaria prevê que estes devem professar a crença em um Ser Supremo . Para minimizar ainda mais a confusão com a religião, o uso da palavra "templo" para descrever edifícios Shriners 'foi substituído pelo "Centro de Santuário," embora capítulos locais individuais ainda são chamados de "Templos". Até 2000, antes de ser elegível para a adesão à Ordem,o maçom tinha que completar os graus do Rito Escocês ou do Rito de York da Maçonaria, mas agora qualquer Mestre Maçom (3º grau) pode participar.

O Fez

O Fez (chapéu) é um dos símbolos mais reconhecíveis da Shriners International, e foi adotado como seu chapéu oficial em 1872. Assim chamado por causa da cidade de Fez no Marrocos, o chapéu representa o tema árabe em que a fraternidade foi baseada. Serve também como um símbolo externo da própria adesão à fraternidade. Muito parecido com o avental branco usado pelos maçons como símbolo de sua fraternidade, o Fez é usado apenas pelos Shriners como um símbolo de sua filiação nesta fraternidade única. Hoje o barrete é usado nas funções da Shriners, em desfiles e em passeios, como uma maneira de obter exposição para a fraternidade. Os membros personalizaram o barrete para mostrar sua fidelidade ao templo. Repare em um barrete atentamente para obter outras informações importantes sobre quem o está usando, como adesão aos clubes Shrine, posição especial dentro da organização e muito mais. Cada Fez é feito sob encomenda e um shriner pode possuir mais de um, dependendo das suas atividades e associações.




O Emblema

O emblema na parte frontal do Fez, a lua crescente e a cimitarra, são uma parte importante do tema da fraternidade que é representativo das características incorporadas pela Shriners.

A cimitarra representa a espinha dorsal da fraternidade, os seus membros.
As duas garras representam a fraternidade e a filantropia da Shriners.
A esfinge representa o corpo diretivo da Shriners.
A estrela de cinco pontas representa os milhares de crianças ajudadas pela filantropia a cada ano.
O emblema também tem o lema “Robur et Furor”, que significa “Força e Fúria”.





Shriners no Brasil

Em fevereiro de 2009 houve o primeiro contato com a Diretoria dos Shriners International ,em Los Angeles, feito pelo Grande Secretário de Relações Exteriores da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul (GLMERGS), Marcos Hans. Os responsáveis pela expansão internacional, o Nobre Douglas Maxwell (Imperial Potentate), e o Nobre Alan Madsen imediatamente deram apoio à formação de um Clube no Brasil.

Assim, em maio de 2009, com a ajuda e orientação do Shriners Uruguay (Clube de Almas do Uruguay), através dos Nobres Victor Valverde e Hector Massioti, foram iniciados em Montevidéonove brasileiros, dentre eles os Gilberto Moreira Mussi, Grão-mestre da GLMERGS e João Otávio César Lessa, Grão-mestre Adjunto da GLMERGS.

Foram iniciados com missão de organizar o clube no Brasil, expandi-lo e torná-lo dinâmico para que possam cumprir a tarefa a qual os Shriners se propõem desde a sua criação, há um século: auxiliar aos necessitados, no caso específico, às crianças.

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